terça-feira, 30 de novembro de 2010

A Internet torna possível conhecer quem nunca conheceríamos, antes dela



Prêmio Dardos

Recebi este prêmiro de Marli Boldori. Muito grata,Marli.
O Prêmio Dardos me trouxe o maior presente, conhecer a doadora.

Visitem Marli no link abaixo, um abraço, blogueiros!

Naco de Prosa, Literatura & outras artes

«O Prêmio Dardos é o reconhecimento dos ideais que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc... que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, e suas palavras.

“Esse selo foi criado com a intenção de promover a confraternização entre os blogueiros, uma forma de demonstrar o carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à Web”.

Ao receber o prêmio o blog deve também indicar outros blogs.

Aos indicados, para que este incentivo não acabe, peço a vocês que sigam estas instruções:

1) Você deve exibir a imagem do selo em seu blog;

2) Você deve linkar o blog pelo qual você recebeu a indicação;

3) Escolher outros blogs a quem entregar o Prêmio Dardos;

4) Avisar os escolhidos, claro!”

Segue abaixo as páginas que indico para receberem este selo, pelo valor e beleza de seus trabalhos e, principalmente por compartilharem seus universos emocionais e poéticos neste espaço virtual.

Quem já recebeu sinta-se duplamente homenageado.

Meu carinho a Marli e a todos e mais uma vez obrigada.

Indicados:
mas que colores 
De victoria eugenia

arte balaio
De jaime baião

http://arteseartesmjfortuna.blogspot.com/


















Espero que curtam este mimo!!!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

sábado, 20 de novembro de 2010

A bailarina _ poema de Cecilia Meireles




Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.
—
Não conhece nem dó nem ré
mas sabe ficar na ponta do pé.
—
Não conhece nem mi nem fá
Mas inclina o corpo para cá e para lá.
—–
Não conhece nem lá nem si,
mas fecha os olhos e sorri.
—-
Roda, roda, roda, com os bracinhos no ar
e não fica tonta nem sai do lugar.
—-
Põe no cabelo uma estrela e um véu
e diz que caiu do céu.
—-
Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.
—-
Mas depois esquece todas as danças,
e também quer dormir como as outras crianças.

domingo, 14 de novembro de 2010




"O ser humano encontra-se na fragilidade do entre. Entre o dito e o não dito, entre o dizível e o indizível, entre o desvelar e o ocultar, entre o singular e o múltiplo, entre no encontro e a solidão, entre o claro e o escuro, entre o infinito e a morte, entre o ser e o não ser, entre o viver e o morrer.

Entre o dizer e o indizível _ a possibilidade de o ser humano, por meio da fala, desvelar quem é e o que vive. O dizer ao revelar também vela. O viver humano não pode ser plenamente revelado ou dito. Entre o dizer e o indizível emerge o falar poético, quando a palavra não se fecha, mas abre-se para o não-dito. Se a visibilidade é necessária ao ser humano, ele não pode perder o mistério, o segredo, o ser, por um olhar aprisionante e onisciente. Ser encontrado, mas não devorado".

Gilberto Safra